Cerne III

CURITIBA (pronto pra outra) Sábado nublado novamente para mais uma edição do Cerne, a terceira. No ano passado, pedalamos exclusivamente pela estrada do Cerne saindo de Curitiba até Ponta Grossa. Nesta edição, o roteiro preparado pelo Du, fez uma volta pelas montanhas de Itaperuçu até chegar na estrada do Cerne. BTW, roteiro nota 10!

Saímos em 11 pedalantes do centro de Curitiba em direção a Itaperuçu e logo estávamos nas belas estradinhas de terra com dois sentidos: subida e descida. O roteiro também tinha um monte de lugares pra se perder e talvez por esse motivo o grupo todo andou junto quase o tempo todo. Nos dividimos somente no fim do pedal quando alguns já estavam mais cansados.

No percurso tinha uma região desconhecida. O Du sabia que existia uma porteira e que talvez tivéssemos que fazer um trecho alternativo. Realmente encontramos a porteira mas antes do previsto. Decidimos pegar a rota alternativa que depois de alguma conversa com alguns locais pareceu uma decisão acertada.

A rota alternativa era uma trilha bem rápida e agradável de se pedalar e que acabava na estrada principal. Ali pedimos algumas informações de  um lugar pra almoçar pois já era 1h da tarde. Finalmente encontramos um bar na localidade de Oslara. O nome vem da família que habitava a localidade, os Lara. Atualmente não tem mais nenhum Lara por lá, de acordo com o dono do bar.

O bar era na região mais baixa do roteiro, com cerca de 560m. Alimentados, nos restava subir o morro até chegar na estrada do cerne. Subida longa e pesada!

Chegando no cerne fizemos uma parada pra encher as caramanholas num boteco de cadeiras pouco confortáveis e com música de qualidade bastante duvidosa. E refrigerante caro! Se bem que no meio do nada, o cara cobra o que quer e a gente acaba pagando. É mais ou menos como comprar cerveja em aeroporto!

Dali pra frente pegamos muita poeira na estrada do Cerne e uma subida que parecia não ter fim . Com quase 100km pedalados qualquer subida parece não acabar. Um pouco mais e chegamos no asfalto.  Paramos pra reunir o grupo em Bateias. Ali alguns resolveram tocar o barco e nós resolvemos acompanhar o Leandro no boteco pois ele estava precisando comer alguma coisa. Se tem um guri que come, esse é o Leandro!

Fizemos o último trecho entre Bateias e Campo Magro pelo esburacado asfalto num bom ritmo até chegarmos nas últimas subidas da Manoel Ribas. Ali cada um foi pro seu canto e eu voltei com o Mildo pra casa.

Pedalzinho nível médio com 125km e 2000 de subidas acumuladas. Track disponível aqui e mais fotos disponíveis aqui.

Outros relatos: Leandro, Rodrigo, …

 

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7 thoughts on “Cerne III

  1. Cara, ainda bem que paramos em Bateias pra comer. Senão não chegaria em casa, o lanche foi fazer efeito só depois de Campo Magro, até lá fui me arrastando 🙂
    Valeu a companhia, pedalzão massa!

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  2. Pingback: Em Busca do Cerne Perdido — Transpirando.com

  3. ha ha ha, LEANDRUXO COMEDOR!

    Região PUNK pra pedalar… JOPZ não foi pra completar os 12 DISCÍPULOS, mas fui rezar para o Deus do Rock e sem chance de pedalar tudo isso depois do show…

    Boas as fotos.

    intepz,

    JOPZ

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