Histograma

CURITIBA (8 to go) Já faz um tempo que eu armazeno todas as minhas atividades físicas no Rubitrack, um aplicativo disponível para Mac OS. Alem de analisar seu próprio desempenho, você também pode controlar a quilometragem dos seus equipamentos. Eu uso para controlar as manutenções nas bikes e também a vida útil dos meus tênis de corrida.

Fuçando na nova versão que baixei esses dias hoje vi que dá pra comparar alguns gráficos. Um bem interessante é esse aqui de baixo, um simples histograma que mostra a quilometragem acumulada em cada ano. Assim como num artigo científico, não basta mostrar o gráfico, é necessário explicar o mesmo. Então vamos lá:

Histograma

2007: O meu médico disse que se eu não fizesse nada eu ia morrer cedo. Comprei um tênis e fui pra academia. Lembrei que eu odeio academia. Fui correr na rua e meu joelho começou a doer. Acabei o ano com menos de 400km de corrida, mas motivado.

2008: Me animei com a corrida. Meu joelho já não doía mais pois estava mais alongado. Arrumei uma assessoria esportiva, a 4Run da minha amiga Elenise (que hoje virou missionária), e comecei a treinar pra conseguir correr 10km abaixo 50 minutos. No fim do ano consegui fazer 10km em 48’40” numa corrida da prefeitura de Curitiba.

2009: Nesse ano eu acho que participei de todas as corridas de rua de Curitiba. Todo fim de semana tinha uma corrida. Vieram as corridas de montanha,  as corridas de aventura e a mountain bike. E função da bike a distância percorrida aumentou consideravelmente (cerca de 3X) em relação ao ano anterior.

2010: Resolvi que ia fazer uma maratona. Continuei treinando forte e fazendo um monte de corridas de rua, montanha e aventura. Baixei o tempo nos 10km pra 45′ e pedalei bastante. Aí a patroa começou a gritar. Porra, todo fim de semana? Assim não dá! Realmente, dei uma exagerada. Fiz a maratona e ganhei de presente uma lesão no quadril que me acompanha até hoje.

2011: Pedalei muito mais do que corri. Deixei de lado toda corrida que precisava de inscrição, com excessão de algumas corridas de aventura. Repentinamente, pagar inscrição e enfrentar congestionamento pra correr 10km passou a não fazer mais sentido pra mim. Deixei de lado a assessoria esportiva. Pedalei bastante de Mountain bike pois tinha comprado uma full-suspension. Começamos a construir a casa e comecei a fazer Yoga pra tentar dar um jeito na minha lesão no quadril.

2012: Pedalei menos, corri bem pouco e me estressei muito com a construção da casa. Não fiz nenhuma prova mas pratiquei Yoga toda semana durante o ano. No fim deu tudo certo, mas fiz cerca de 1000km a menos do que em 2011.

2013: Comprei uma speed em Junho, o que explica o pico no gráfico. Corri cerca de 20km por semana, pratiquei Yoga e pedalei basicamente de speed depois de Junho. Dos 5700km, 3500km foram na estrada.

2014: Mudei da Yoga pro Pilates. A lesão no quadril continua ali mas parece que está melhor. Continuo correndo 20km por semana (2X 10km) e pedalando de speed. A Mountain bike está lá, com uma inveja danada da sua colega, mas com esperanças de que seja uma paixão passageira.

 

 

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