Adidas Smart Run

SANTIAGO (I really don’t think you know there could be hell below…below) Recentemente passamos por uma situação nada agradável. Um assalto a mão armada em que fomos rendidos dentro de casa e trancados em um dos quartos enquanto os assaltantes escolhiam o que levar da nossa residência. Felizmente, foram somente perdas materiais e um grande susto. Por outro lado, parece que a coisa só tende a piorar no nosso país.

Entre as coisas que levaram estavam meus GPSs, o da bike (Edge 705) e o de pulso (Edge 305). Ambos velhos, mas em plena atividade. Depois de perder esses gadgets percebi como sou viciado em números. Como fazer um pedal sem poder analisar os números no Strava? E a corrida, como correr sem saber a distância e o pace? Usa o smartphone, alguém vai dizer. Também levaram.

Vendo o meu drama, o Oca me emprestou dois dos seus brinquedinhos. O Nike+ SportWatch e o Adidas Smart Run. O dois foram projetados para corrida, mas tentei usá-los na bike também. O Nike falhou miseravelmente. Na corrida ele demorou cerca de 20 minutos para pegar o sinal do GPS e na bike a velocidade máxima que ele mostra é de 36km/h. Ou seja, descartado.

O relógio da Adidas é bem mais interessante. Pelo que eu andei lendo é o primeiro relógio que combina GPS e sensor de batimento cardíaco ótico, dispensando assim aquela cinta incômoda. Ele também tem um MP3 player que funciona junto com um fone de ouvidos via bluetooth.

Adidas Smart Run

heart sensor smart run

Sensor na parte detrás do relógio. Ideia interessante, mas não é a prova d’agua.

Com tudo isso funcionando junto, o calcanhar de Aquiles do relógio é a vida útil da bateria. Usando tudo que o relógio tem direito, não passa de 3h. Ou seja, não dá pra correr uma maratona, a não ser que você seja um sub 3h. Outro problema é a interface touchscreen. Se você estiver usando luvas, esqueça.

Apesar de ser um dispositivo projetado para corredores, ele tem um modo Bicicleta. Pelo que entendi, o tempo de bateria nesse modo é maior pois o intervalo de gravação dos dados é maior. Testei o gadget no sábado em um pedal mais longo (130km) e mantive o relógio ligado durante todo o tempo, mesmo quando estava parado comendo um pastel o mirante da Graciosa. Nesse caso, a bateria durou 5h42’. Morreu um pouco antes de eu chegar em casa. Ou seja, não aguentaria um Audax 200. Mas vai quebrar o meu galho até eu comprar um novo Garmin.

No site da Amanzon o SmartRun custa cerca de US$400. Eu acho que o Garmin XT310 é uma opção bem mais interessante. Custa cerca de US$ 180, fala ANT+, é a prova d’agua e a bateria dura cerca de 20h.

Para os interessados no brinquedinho da Adidas, um review bem interessante pode ser encontrado aqui.

 

 

 

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Circuito das Estações

CURITIBA (organização nota 10) Hoje fui fazer a prova da Adidas, o Circuito das Estações, que nesse ano chegou a Curitiba, ou melhor a São Jose dos Pinhais. Circuito conta com quatro provas ao longo do ano, uma em cada estação do ano. A ideia é que você possa comparar a evolução do seu tempo durante o ano pois o percurso é sempre o mesmo.

Por falar em percurso, este é relativamente plano e tem 5km no centro de são José. Eu usei a prova como mais um treino pra meia maratona de Foz e fechei os 10km em 48’06” segundo o meu Garmin.

Além da companhia do sempre animado pessoal da 4Run, equipe treinada pela Elenise, hoje fui acompanhado pelo companheiro de pedalas, Mildo.  O rapaz andou treinando escondido fazer os 10km em menos de 50′ e fechou nos mesmos 48′. Destaque ficou para a Helo, filha da Elenise, que ficou entre as primeiras na prova dos 5km com qualquer coisa na casa dos 21′.

Constatei ainda que o Nelson conseguiu tirar o André do sofá, ou melhor, da academia e botar o guri para correr no asfalto!

E que venha a meia-marotona. Mas antes temos a primeira etapa do circuito paranaense que corrida de aventuras, a qual promete ser divertida!