Na Contra-Relógio

CURITIBA (recuperado) Com a correria, literalmente, dos últimos dias acabei esquecendo de mencionar que viramos matéria em uma das mais conceituadas revistas de corrida, a Contra Relógio. A jornalista e corredora Yara Achôa escreveu um artigo bem interessante de como é conviver com um fanático pelo esporte. Até a história do calendário da Isabela foi parar na revista. Abaixo reproduzo a nossa parte na matéria. Fiz uma pequena edição (de forma e não de conteúdo) para postar aqui.

A foto é da Etapa Noturna de Corrida de Montanha. Marisa estava inscrita na caminhada.

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Ingressos Garantidos

CURITIBA (e não é pro show da Sade) Essa semana garanti meus ingressos para o Show do Rush em São Paulo no próximo dia 8 de outubro. Tentei compar pela internet mas a tal taxa de conveniência (putaria que eu nunca vi em outro lugar) custava R$90 e os caras cobravam mais R$ 40 pra mandar via sedex pra Curitiba.

Deixei a conveniência de lado e fui em pleno domingão a tarde no shopping Barigui (armado com meu arco e flecha) a caça dos ingressos. Como professor eu poderia comprar um meio-ingresso mas no lugar que eu queria já não tinha mais. Só tinha meio-ingresso na pista e eu já passei da idade pra ficar espremido no meio da moçada. Paguei um pouco mais caro mas saí de lá com meus dois ingressos,  um pra mim e outro pra patroa. Assim eu garanto mais alguns “full-day” alvarás!

A Maldição do Alvará

CURITIBA (família, família, papai, mamãe, titia) Quem é casado e tem filhos sabe do que estou falando.  As vezes pinta aquela aventura (pedal, corrida, trekking, etc) meio em cima da hora e você por impulso acaba dizendo para os colegas que vai. Aí chega em casa e tem que negociar o Maldito Álvara.

Esses tempos rolou um stress básico com a patroa pois ela achou que eu estava saindo demais, ou seja, quase todo fim de semana tinha um pedal, uma corrida, etc.. Então depois de muita negociação estabelecemos que seria sábado sim, sábado não.

E a coisa começou a caminhar bem, até que um sábado choveu e eu não usei meu “crédito”. Teria direito a dois sábados seguidos, certo? Certo o cacete! Ela disse que não era acumulativo. Devia estar escrito com aquelas letrinhas que a gente nunca lê!

Voltamos para uma nova rodada de negociações e ontem quando cheguei em casa  encontro um calendário para marcar as datas que estou fora. Quem fez o calendário foi a pau-mandado da minha filha. Que decepção!! A gente trata direitinho, dá tudo e leva uma punhalada dessas…

Em amarelo as datas que eu fiz ou pretendo fazer alguma coisa. Mas a sacanagem maior é que querem contabilizar nos meus fins de semana as  minhas viagens a trabalho, como por exemplo os dias marcados INDEVIDAMENTE no mês de junho. Vou formalizar um protesto!