Cangurus e Coalas

BRISBANE (packing) Quem visita a Australia também tem que tirar fotos com Cangurus e Coalas. Pois bem, aqui em Brisbane tem um Zoológico, o Lone Pine Koala Sanctuary, onde você pode fazer isso. Além de Coalas e Cangurus, tem outros bichos típicos deste  lado do mundo, como o Ornitorinco e o Diabo da Tasmânia.

No que diz respeito aos cangurus, o zoo tem um grande gramado onde tem diversos  cangurus soltos. Todos mansos e esperando que você dê comida para eles. É só escolher um, fazer um carinho no bicho e pronto, pose para a foto.

Amanhã estou indo para Melbourne encontrar um casal de amigos e vamos ver como é a carne desse bicho. O churrasco de canguru já está encomendado!

Como o nome do zoo dá a entender, o local é um santuário dos coalas. E realmente tem um monte deles. Todos em cima das árvores comendo ou dormindo. Eita bicho preguiçoso. Pra tirar uma foto de um urso desses em movimento tem que esperar bastante.

Na foto abaixo uma funcionária do zoo estava segurando um para as pessoas olharem o bicho mais de perto. Parece um bicho de pelúcia. Pagando 16 pilas australianas você pode tirar uma foto com o bicho no colo. Nosso colega, Paulo, pagou pela foto e ainda ganhou como souvenir extra uma cagada do Coala na camisa. Urso dorminhoco e cagão!

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Barreira de Corais

BRISBANE (finding Nemo) Vir para a Australia e não visitar a Grande Barreira de Corais é uma barbaridade, pra usar um vocabulário bem Curitibano. Então para não cometer tal barbaridade, reservamos um dia para visitar um pedacinho do Parque Nacional da Barreira de Corais.

A barreira é uma imensa faixa de corais composta por cerca de 600 ilhas e milhares de recifes. Possui cerca de 2300km de extensão começando no norte da Australia e se estendendo até Papua-Nova Guiné. O parque é patrimônio mundial da Unesco. Em resumo, um paraíso que não pode deixar de ser visitado!

Nós escolhemos o ponto mais próximo de Brisbane (5h de carro) para o passeio, uma ilha chamada Lady Musgrave. O barco sai da pequena cidade de Agnes Water e leva cerca de 1:30h para chegar na barreira. A empresa que fizemos nosso passeio é a Lady Musgrave Cruises. Serviço excelente! Só não esqueça de reservar um hotel/motel/dormitório, pois mesmo no inverno a coisa é bastante procurada.

A viagem é tensa. Mesmo tomando um remédio para enjoo tem muita gente que não resiste e apela para os saquinhos de vômito. Mas todas as dificuldades da viagem são esquecidas na hora que chegamos na barreira. A cor da água é de arder os olhos.

As ilhas, formadas por corais, possuem uma vegetação densa. A árvore que domina a paisagem tem raízes e galhos para todos os lados e tem em sua composição 80% de água. Parece uma melancia.

Depois de uma caminhada na ilha e um excelente almoço no barco,  descansamos um pouco e fomos mergulhar. Snorkel, máscara, câmera fotográfica, roupa de neoprene (a água nessa época do ano está na casa dos 20C) e fomos para a água. A sensação é de mergulhar dentro de um aquário gigante. Peixes, tartarugas, estrelas-do-mar, ostras, etc… Pra ver tudo isso basta colocar a cabeça dentro da água. Só não encontrei o Nemo 😦

Minha experiência de mergulhador não é das maiores, mas certamente esse é um dos lugares mais bonitos que eu já visitei. É o tipo de lugar pra visitar com mais calma e fazer mergulhos mais longos com cilindro. Vai pra lista!

A volta para o continente é mais tranquila, talvez por que o barco venha no sentido das ondas. E tudo fica melhor acompanhado por um belo por do sol.

 

 

A Conferência

BRISBANE (hard work) Esse ano a organização da conferência (International Joint Conference on Neural Networks) deixou um pouco a desejar, principalmente se levarmos em conta o preço da inscrição, quase US$ 1000. Sei lá, mas parece que esse povo está perdendo um pouco o foco.

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Hoje apresentamos nosso paper. Eu não precisei fazer muita força pois coube ao Alessandro fazer o talk. Antes que me chamem de parasita, eu escrevi o paper.

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Algumas perguntas pertinentes da plateia, as quais eu já esperava por conhecer as limitações do nosso método. Mais algumas ideias para o Yandre trabalhar até o fim do seu doutorado.

 

City Cycle

BRISBANE (finalmente o sol) Uma ótima forma de locomoção em Brisbane é a bicicleta. Não somente pela topografia do local, mas também pela infraestrutura disponível.

Comecemos pelo sistema de aluguel de bicicletas, o CityCycle. O esquema é bem parecido com outros implementados ao redor do mundo, ou seja, privilegia deslocamentos curtos, menores do que 30 minutos. Se o deslocamento for levar mais tempo, é necessário parar em uma estação (e existem várias) e trocar a bike. Senão você vai pagar uns trocos a mais.

Por apenas 2 cangurus australianos você pode utilizar o sistema por 24 horas (vários deslocamentos menores de 30 minutos). Se fizer o pacote anual fica muito barato. As bicicletas são bem confortáveis e contam com um câmbio de três marchas. Perfeitas para o uso urbano em uma cidade plana.

Mas o que são bicicletas se não existir uma infraestrutura e respeito dos motoristas? Bem, esses problemas os Australianos de Brisbane não tem. A estrutura de ciclovias é muito boa. Tudo muito bem sinalizado e muito bem cuidado.

Onde não tem ciclovia existe um bom espaço para as bicicletas entre os carros estacionados e a faixa de rodagem. Espaço mais que suficiente para um ciclista andar tranquilamente.

Sistema simples e eficiente. Uma excelente alternativa pra ir pra conferência.

 

Surfers Paradise & Byron Bay

BRISBANE (wet) Como chove por aqui. Tínhamos planejado conhecer a famosa barreira de corais que fica um pouco ao norte de Brisbane, mas choveu o fim de semana inteiro. Então resolvemos ficar por perto. Passamos na famosa praia de Surfers Paradise. Como o tempo estava meio feio a praia estava bem tranquila. Tudo muito bem cuidado, limpo, mas nada demais, apenas uma bonita praia. Alias, uma coisa que eu notei até o momento, é que tudo é muito bem cuidado, limpo e organizado.

Encontramos uma restaurante pra almoçar que vendia cerveja. Aqui vale uma nota. A grande maioria dos restaurantes aqui não vende bebida alcoólica. Supermercados não vendem cerveja (pelo menos nos que nós fomos). Se você quiser comprar qualquer bebida alcoólica você tem que ir em uma “liquor store”. Para nossa sorte, a variedade de cervejas nesse bar/restaurante era boa.

Um outro dia chegou e a chuva não foi embora. Resolvemos conhecer uma praia chamada Byron Bay. Local bastante frequentado pelos surfistas locais. Pegamos então a estrada com nosso Lancer com a direção do lado direito. Chuva forte no caminho inteiro.

Queríamos visitar o farol no alto do morro, mas chovia demais. Não nos restou outra alternativa a não ser achar um restaurante pra almoçar. Pra variar, nem cerveja nem vinho. Felizmente a moça nos disse que poderíamos comprar um vinho e levar para o restaurante. Comprarmos dois Shiraz Australianos e fomos comer um peixinho.