Maquete

CURITIBA (levinho) Depois da cola nos tijolos, agora é o isopor na laje. Ao invés de tijolos entre as vigas de concreto, agora eles colocam isopor. Segundo o engenheiro, é a nova tendência. Diz ele que isola melhor (térmica e acústica) além de ser bem mais leve exigindo menos da fundação. Antes com cola e isopor a gente fazia maquete, hoje os caras fazem a casas..

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Colando Tijolos

CURITIBA (saindo do chão) Finalmente a minha casa começou a sair do chão. No começo você fica naquela expectativa de ver algo acontecer, mas tudo vai pra baixo da terra. Um monte de concreto e ferro enterrado no chão. Semana passada a coisa começou a aparecer, finalmente!!

O que me deixou intrigado é que os caras não estão usando mais massa pra assentar os tijolos. Os caras usam agora um tipo de uma cola, que segundo o engenheiro deixa o processo da construção mais eficiente. Parece mais uma pilha de tijolos do que uma parede. O cara me garantiu que não cai!

 

Só Falta Cobrir

CURITIBA (e começou) O pessoal começou a fazer a locação da nossa casa pra começar a fazer a fundação na semana que vem. Mas eu acho que se eu colocar umas telhas em cima dessas madeiras já dá pra pensar em mudar.

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Casa vs Apartamento

CURITIBA (começou a esquentar de verdade) Nasci numa casa na qual morei os primeiros 22 anos da minha vida. Quando resolvi que era hora de sair da casa dos meus pais, fui morar em um apartamento com um colega de faculdade. Depois mudei pra uma  casa (que mais parecia um apartamento) com outros colegas e finalmente, quando casei, mudei para o apartamento que moro até hoje.

Apartamentos têm suas vantagens e desvantagens. Uma desvantagem é que vc tem vizinho por todos os lados. Eu, porém, nunca fui muito de me incomodar com vizinhos, tanto que faz 13 anos (10 se diminuir o tempo que fiquei fora) que moro aqui e não sei o nome dos meus vizinhos do mesmo andar. O protótipo do Curitibano, não!? Como meus vizinhos são Curitibanos  também, nos damos muito bem. Ninguém sabe o nome de ninguém. Maravilha!

Mas sempre comprimento o pessoal no elevador. Tá certo que nunca passa de um “Oi, tudo bem?”, “Pois é, esfriou, não?” ou “Nossa, como sua filha está grande!”. Papo de elevador. Como o prédio tem só 7 andares nem dá tempo de esticar a conversa. Ultimamente alguns têm reclamado do preço do condomínio. Eu, que fui em uma única reunião do condomínio em 13 anos (pra pegar o controle remoto do portão), não posso falar nada.

Mas de um certo tempo pra cá comecei a me incomodar com o barulho que meu novo vizinho do andar de cima faz. Nada que me fizesse pegar o interfone pra saber o nome do cidadão. Mas o buffer está enchendo aos poucos.

Com eu e a Marisa sempre estamos dando uma olhada em casas e terrenos, resolvi intensificar a procura. Além do vizinho chato, preciso de um lugar pra lavar minha bicicleta, já que o Leandro está ameaçando fechar a oficina.

Acredito que encontramos algo interessante. O terreno fica numa área muito arborizada na região norte de Curitiba e dentro do condomínio tem uma grande área de preservação permanente. Na foto abaixo a área que imagino ter comprado. Por enquanto é um paraíso onde você não escuta barulho de carros, somente pássaros. E por enquanto não tem vizinhos!