Time Machine

SÃO PAULO (garoa na terra da garoa) Ontem, numa noite de céu limpo e temperatura agradável fomos, Marisa e eu, ao estádio do Morumbi para ver o show da turnê “Time Machine” do Rush.

A última vez que eu tinha visto os caras ao vivo foi em Montreal, na turnê “Vapor Trails” de 2002, que marcou a volta da banda depois de um hiato de alguns anos. Duas coisas são bem diferentes nos shows no Brasil e no Exterior: o público e a organização.

No Canadá é normal o cidadão ver um show de rock sentado na sua cadeira. Em uma ou outra música o cara até levanta, mas logo senta e assim o show vai acontecendo. O pessoal que quer ficar em pé, compra ingresso na pista e pronto. Aqui o público participa muito mais. É nego pulando, gritando, fazendo “air guitar”, etc.. Certamente é mais divertido e acredito que seja mais divertido pra quem toca também.

Já no quesito organização estamos anos luz atrás dos Canadenses. Lá você compra seu ingresso sem pagar a tal da taxa de conveniência (alguém me explica pra que serve essa merda!), recebe em casa e tem seu lugar marcado. Não é preciso chegar duas horas antes pra pegar um bom lugar. Se você pagou por um bom lugar, ele vai estar lá pra você. É uma questão de respeito ao consumidor.  Sabedores de tudo isso, resolvemos chegar antes pra poder sentar no lugar que eu tinha comprado e também pra evitar o trânsito caótico na região do Morumbi.

Mas voltando ao show, essa turnê está muito boa. Ousaria dizer que está melhor do que a Vapor Trails. O simples fato dos caras tocarem TODAS as músicas do album Moving Pictures já dá uma ideia do que é o show. Os velhinhos realmente estão em forma com Neil Peart dando um show a parte em seus solos de bateria.

Em resumo, sensacional! Se eu tivesse tempo iria ao Rio pra ver o show novamente.

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Aquecimento

SÃO PAULO (tamanho família) Começamos bem nossa viagem. Dividimos a turma em duas: bolinha e luluzinha. A turma da luluzinha foi pro Shopping enquanto nós do bolinha fomos fazer um passeio cultural no centro velho de São Paulo.

Pegamos o metrô e paramos na estação São Bento para visitar o prédio do Banespa. Infelizmente estava fechado, mas aproveitamos para dar uma passeada nos arredores. Isso incluiu uma passada muito rápida pela 25 de março, pois apesar do natal ter passado tinha gente pra cacete.

Como ninguém aqui é de ferro, fomos almoçar no mercado municipal. A idéia era comer um pastel de bacalhau num lugar famoso que tem por lá. Parece que o principe da Suécia esteve por lá e deixou o dono do boteco bem de vida. O lugar estava fechado, porém.  Mas como não podiamos perder a viagem, logo achamos outros pasteis de bacalhau espalhados no mercado. Como um homem não vive apenas de pasteis, pedimos um famoso sandwiche de mortadela pra completar. Coisa de maluco. Tinha mortadela pra fazer uns 5 sandwiches!

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Pra aquecimento, valeu. Hoje a note tem mais e amanhã embarcamos para a Itália.

Feliz ano novo!