Val Thorens

ORLY (dia 5) Pernas cansadas mas ainda restava um restinho de força. Eu ainda tinha duas rotas na manga, uma mais curta saindo de Saint-Michel-de-Maurienne, a cidade que deveríamos devolver as bikes e a outra era a subida de Val Thorens, a última subida do TDF 2019, que tem 36km e leva à famosa e mais alta estação de ski da Europa, Val Thorens (2365m).

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No último dia o Oca resolveu não pedalar pois queira ver uma loja numa outra estação de ski na região de Courchevel, perto de Val Thorens, então decidimos, Eduardo e eu, esgotar nossas pernas na longa subida.

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Engatamos um ritmo confortável no limite das pernas e fomos dosando nossas forças. A subida é longa, com um gradiente médio de 5%, mas no final do percurso (do km 29 ao 34) o gradiente fica perto dos 10% e dá uma aliviada no final somente.

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Fomos administrando as forças e tirando proveito dos dois vales que estão no meio do caminho. Se bem que na volta eu preferia que esses vales não existissem. Outra coisa que chama atenção é a decoração para o Tour. O pessoal está caprichando. Imagina se o Alaphilippe ou o Pinot chegarem com chances nessa última etapa. A torcida vai surtar nessa estrada!

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Quando chegamos na estação de ski, descobrimos que o percurso do TDF não acaba ali. Os organizadores adicionaram uma trecho de mais de 1,5km com uma rampa de uns 12% de inclinação. Quando passamos ali o pessoal ainda estava trabalhando no asfalto. Dá pra dizer a que chegada dessa etapa deve ser animada, isso se o Tour já não estiver definido.

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Col de l’Iseran

ORLY (dia 4) Outro dia com previsão de tempo bom. Mesmo meio cansados resolvemos fazer o Col de l’Iseran, o Col mais alto da Europa com 2770m. Vai que o tempo muda e pegamos um dia ruim amanhã! Em 2017 quase congelei no Galibier (2642m) quando resolvemos subir num dia meio nublado.

Pesquisando um pouco sobre a rota do Iseran, o Col Collective sugere sair de Val d’Isere (1800m). Já os puristas dizem que se deve sair de Bourg St Maurice (800m). O problema é que a estrada de Bourg St Maurice é bem movimentada. Então decidimos sair do meio do caminho, em Saint Foy Tarantaise (1000m). A estrada é legal mas ainda bastante movimentada até chegar a Val d’Isére. Nesse trecho ainda é necessário cruzar uns cinco túneis, alguns com iluminação bem precária.  

Um desses túneis passa ao lado do Lac du Chevril, mais uma das muitas represas construídas nos Alpes para a geração de energia. Nesse ponto tem um estrada, que passa no muro da represa e que leva a Tignes. Até cogitei adicionar esse trecho no percurso, mas a prudência falou mais alto, felizmente. Fica para a próxima.

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Chegando em Val d’Isére (1850m), vale a pena abastecer as caramanholas pois é o último ponte de água. A cidadezinha, que vive do turismo de inverno, cheira a riqueza!

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Durante nossa subida tivemos a oportunidade de ver a equipe belga de ciclismo sub-23 treinando. Os guris passaram pela gente duas vezes. Antes da represa, e perto do cume. Eles fizeram o trecho que eu mencionei anteriormente. Conhecemos a real passada belga. Impressionate!

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Apesar da onda de calor na Europa, ainda pegamos alguns trechos com uma boa quantidade de neve.

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Lá em cima um vento bem gelado que dava uma sensação de bastante frio. Apesar do vento, fomos abençoados com um dia de céu aberto para apreciar a imponência dos Alpes franceses.

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Col de la Madeleine

ORLY (dia 2) No segundo dia escolhemos subir o famoso Col de la Madaleine (escalado 26 vezes no TDF) pelo lado norte, saindo de Feisson-sur-Isère, a qual fica apenas a 20min de carro de Albertville. Daria para ir pedalando, mas depois da subida, você certamente não se arrependerá de ter deixado o carro no pé da montanha. Na realidade o melhor lugar para deixar o carro é na estação de trem de Notre-Dame-de-Briançon. Ali tem um estacionamento e também um bom restaurante para o almoço na volta.

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No começo da montanha pegamos uns pingos de chuva, mas logo depois o tempo abriu e o sol apareceu com força. Saindo da estação de trem, a subida tem cerca de 25km e 1550m de subida acumuladas. O cume está a 2000m. Assim como no Col du Glandon, essa estrada tem um platô de 2km para recuperar as energias para a segunda metade.

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Como de costume, nessa época do ano tem bastante gente pedalando nessas estradas. Estávamos eu e o Eduardo subindo num ritmo confortável, quando passou um “chassi de grilo” num ritmo bem mais forte. Olhamos um para o outro e nem pensamos em tentar acompanha-lo. Perto do fim da subida, eis que a namorada dele nos alcançou. Ficamos sabendo que era a namorada dele somente lá em cima. A menina, que também tinha perfil de escaladora ficou um bom tempo na nossa roda, e quando resolveu atacar, morreu a coitada.

Falar que a estrada é bonita é desnecessário.  Esse percurso lembra um pouco os Pirineus pois tem muito verde e um monte de quedas d’agua. Um bom pedal para colocar as ideias em dia.

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Lá em cima tem um restaurante onde você pode matar a cede com uma cerveja bem gelada.

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E no fim paramos no restaurante da estação para almoçar acompanhando a etapa do TDF 2019.

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  • Resumo: 50km com 1550m de subidas acumuladas.
  • Relive
  • Strava

Col du Glandon, Croix de Fer e Mollard

BUDAPEST (dia 1) Aproveitando que a VeloMinute fica perto de Saint-Étienne-de-Cuines, vilarejo que começa a subida do Col du Glandon pelo lado norte, resolvemos fazer o loop que eu tinha planejado em 2017, mas que por diversos motivos não conseguimos fazer. Subimos a estrada que leva ao Col du Glandon e seguimos até o Col de la Croix de Fer. Esses dois,  visitamos em 2017 mas subindo pelo lado sul, saindo da represa de Allemond. Além da rota diferente, esse ano pegamos um dia lindo e pudemos contemplar a beleza do local e curtir o boteco do Croix de Fer tomando um solzinho.

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Para chegar ao Glandon são 23km e cerca de 1450m de subidas acumuladas. Bom para lembrar as pernas do que tem pela frente. No meio do caminho, perto do vilarejo Saint-Colomban-des-Villards, tem um platô de cerca de 1km e depois a coisa empina novamente. Os dois últimos quilômetros tem gradiente acima dos 10% e a estradinha fica cada vez mais estreita.

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Descemos pela famosa estrada do Col de la Croix de Fer mas no meio da descida pegamos a rota do Col do Mollard. Essa eu descobri esse ano analisando os mapas que peguei na loja de bike. Eles classificam esse Col como “secreto”. Meio parecido com o Hourquette d’Anquizan nos Pirineus, o qual descobrimos conversando com o pessoal de uma bikeshop.

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No fim das contas fizemos um pedal de cerca de 70km com mais de 2000m de subidas acumuladas. E tudo acabou com uma merecida cerveja me plena segunda-feira num bar em Saint-Etienne-des-Cuines. Priceless!

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Bike Trip V3

BUDAPEST (going home) Ultimamente ando meio sem paciência para algumas coisas, uma delas é escrever nesse blog. Mas sei que se não fizer isso agora vou me arrepender, pois sempre gosto de relembrar alguns detalhes das viagens passadas para tentar não cometer os mesmos erros.

Apenas para contextualizar, essa é a nossa terceira viagem para pedalar. Novamente viemos em três pessoas. Nesse ano, eu, Oca e Eduardo. Para mim e para o Oca é o terceiro ano em seguida, ou seja, está se tornando tradição na família. 

Seguem algumas notas com relação aos preparativos:

Viagem: Compramos as passagens na Azul. O preço estava competitivo e eu acho que das companhias nacionais é a melhorzinha. O problema foi que a Azul está operando esse voo em codeshare com a Aglia Azur, uma low-cost francesa que deve ter a frota mais antiga do planeta. Três dias antes da viagem, recebi um email dizendo que meu voo de volta tinha sido cancelado e que eu teria que voltar cinco dias depois. Depois de dezenas de ligações e um stress desnecessário, conseguiram me colocar num voo da TAP. Depois do voo Campinas-Paris, quase liguei para agradecer o cancelamento do meu voo de volta. Pior voo em anos! 

Ainda sobre a viagem, discutimos bastante, eu e o Oca, sobre pegar o carro em Paris ou Lyon. Acabamos pegando em Paris. Acho que o melhor seria ter pego o carro em Lyon e ter feito o trajeto Paris-Lyon de trem. No momento do planejamento não levamos em conta o custo do pedágio das rodovias francesas. Tinha esquecido disso.

Casa: Reservamos novamente um casa via AirBnb, localizada em Grignon, redondezas de Albertville. Casa muito boa, mas como das outras vezes, apenas um banheiro. Eu diria que foi a melhor casa que ficamos até agora.

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Em termos de localização, a casa do ano passado em Bagnéres-de-Bigorre era melhor pois para alguns percurso era possível para sair pedalando de casa. Em Albertville isso já não era viável. Possível sim, mas não muito viável.

Carro: O Oca reservou uma StationWagon, mas para variar nos deram outra coisa, um Ford CMax. Deu certo, felizmente. Ao invés de pegar um carro maior ou uma van, alugamos um Transbike na mesma loja que pegamos as bicicletas. Desta forma, transportávamos uma bike dentro do carro e duas no Transbike. Para três pessoas, acho que é uma boa solução. A parte mais chata era ficar colocando  e tirando o TransBike a cada pedal. Mas certamente é melhor do que ficar circulando com uma van nas ruas estreitas da Europa.

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Rotas: Para esse ano eu planejei algumas alternativas de rotas para escolhermos em função do clima e das pernas. Tem sempre aquelas etapas rainhas e nesse ano era o Col de L’Iseran, o passo mais alto da Europa e o Cormet de Roselend, em função da bela estrada do Col du Pré e represa de Roselend. No fim fizemos cinco dias de pedal e fomos abençoados com dias ensolarados e temperaturas não tão altas. Para mais detalhes, veja os próximos posts (em breve)

Bike: Reservamos as bikes no site rentmybike.fr e pegamos na loja VeloMinute que fica em Saint-Michel-de-Maurienne, nos pés do Col du Telegraph. Pegamos novamente a Lapierre, mas um modelo um pouco mais pesado do que aquela do ano passado. Essa também é um modelo Endurance, relação compacta (50×34, 11×32), mas equipada com um câmbio 105. Bike novinha e um serviço bem descomplicado.  Em poucos minutos estávamos com as bicicletas e o Transbike no carro. Pagamos o mesmo preço de sempre, EUR 200 pela semana. O Eduardo preferiu levar a bike dele de Berlin.

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Finalmente, esse ano foi o ano que treinei menos para a viagem. Em função do clima, viagem e fratura perdi várias semanas de treino. Consegui fazer tudo o que planejamos, mas o último dia foi sofrido, bem sofrido.

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Strava Festive 500 (2018)

CURITIBA (done!) Ano par e novamente tivemos tempo bom na última semana do ano. Esse ano resolvi fazer os 500km em menos dias, ou seja, pedais mais longos (com no mínimo 100km). Desta forma, fechei os 500km em quatro dias (24, 26, 28 e 29 de dezembro). Segue o registro.

  • Dia 1: Campina Grande do Sul
  • Data: 24/12/17
  • 111km, 1072m de subidas acumuladas
  • Luiz, Felipe, Elcio e Eliseu
  • Percurso: Strava, Relive

Segunda-feira véspera de natal fizemos um pedal tranquilo na ida e bem puxado na volta. Tivemos várias paradas forçadas para consertar alguns furos. Na ida o Elcio passou num buraco e furou os dois pneus. Passamos por uma estradinha bem bacana em  Campina Grande do Sul que eu não conhecia. Dali pra frente os irmãos Elcio e Eliseu começaram a forçar o ritmo e voltamos torcendo o cabo. Bom pedal pra iniciar o Festive500 de 2018.

  • Dia 2: Volta do Norte (Dona Francisca, Corupa e Rodovia do Arroz)
  • Data: 26/12/17
  • 170km, 2448 de subidas acumuladas
  • Luiz, Felipe, Arce, Fabricio
  • Percurso: Strava, Relive

Felipe lançou a ideia da volta da norte pois tinha um pessoal que ia sair de São Bento do Sul (SBS) bem cedo para finalizar subindo a serra de Corupá. Decidimos fazer o percurso ao contrário para subir a serra logo no começo, com o clima mais favorável. A ideia deu certo. Começamos a subir a serra da Dona Francisca com uma temperatura bem agradável. A alta umidade, porém, me fez suar muito. Aí quase congelei lá em cima pois tivemos que esperar o Fabricio que tinha furado o pneu e andou quebrando umas espátulas durante a troca. O trecho entre o fim da serra até SBS, pouco mais de 30km, é um sobe e desce que parece não ter fim. A estrada tem poucos trechos de acostamento e um monte de motoristas acéfalos. Não recomendo esse trecho e certamente não volto a pedalar lá.

Fizemos uma parada rápida num posto em SBS para pegar água e na saída da cidade uma imbecil atravessou o carro na frente do Fabricio. Era no fim de uma descida forte e ele conseguiu frear bastante, mas mesmo assim acabou colidindo com o carro. Nada grave. Além do susto,  uma fita de guidão rasgada e um arranhão no câmbio traseiro.

Descendo a serra de Corupá já era possivel sentir o aumento da temperatura. Saímos de SBS com 24C, chegamos em Corupá com 32C e em Jaraguá o GPS mostrava 38C. O trecho da BR280 entre Corupá e Jaragua do Sul é terrível para ciclistas. Não tem acostamento e a quantidade motoristas acéfalos é ainda maior. Em Jaraguá do Sul parece que os caras tem prazer em fechar os ciclistas. Simplesmente lamentável.

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O braço direito ainda não dá pra levantar desse jeito!

Saindo da BR280 pegamos a Rodovia do Arroz, a qual tem bem menos movimento e consequentemente, bem mais agradável pra pedalar. O céu deu uma nublada e a temperatura voltou para os 32C. O Felipe engatou uma sexta marcha e nos puxou num ritmo forte acima dos 34 km/h, o que aumentou nossa média nos 170km, com mais de 2400m de altimetria, pra quase 29km/h.

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  • Dia 3: Caiobá – Ida
  • Data: 28/12/17
  • 125km, 437 de subidas acumuladas
  • Luiz, Felipe, Arce, Tiago, Laurindo
  • Percurso: Strava, Relive

Depois de um dia de descanso, descemos para o litoral paranaense. Apesar da distância, um pedal regenerativo. A estrada estava um pouco movimentada pois grande parte dos Curitibanos já estava a caminho do litoral para o último dia do ano. Nada que atrapalhasse nosso pedal. No SAU de Alexandra encontramos o Laurindo que nos acompanhou até Matinhos. Quem deu uma esticada no pedal foi o Arce que não ganhou alvará da mulher e teve que voltar pra casa sozinho.

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Acabei o pedal na beira da piscina com uma cerveja bem gelada, afinal de contas, a temperatura já estava na casa dos 30C.

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  • Dia 4: Caiobá – Volta
  • Data: 29/12/17
  • 118km, 1402 de subidas acumuladas
  • Luiz, Valter, Lyra, Renato
  • Percurso: Strava, Relive

Como tudo que desce tem que subir, no sábado saí sozinho de Caiobá por  volta de 6am para não sofrer muito com o calor. Minhas pernas estavam meio pesadas dos pedais acumulados e até o começo da serra sofri um pouco com um vento contra. Foi difícil manter uma média de 30km/h. Parei no Bela Vista para descansar um pouco e repor as energias. Renasci das cinzas e até achei forças para caçar os poucos ciclistas “mortos” que subiam a serra. No SAU do pedágio encontrei o Valter, Lyra e Renato. Voltamos tranquilamente até o posto, onde celebrei o fim do meu Festive500 com uma merecida cerveja!

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Fato que merece uma nota. Nenhum furo em mais de 500km. Que 2019 seja assim. Feliz ano novo!!

Hautacam

CURITIBA (day 6) Para fechar a viagem deixamos uma montanha perto de Argelès-Gazost uma vez que deveríamos nos deslocar até lá para devolver as bikes na Velo-Peloton. Desta forma, escolhemos o Hautacam, uma estação de ski localizada a 1520m de altitude. Saindo de Argelès, o ganho de elevação é de cerca de 1200m em pouco mais de 13km.

Pela primeira vez nessa viagem nos perdemos na saída. Eu tinha uma rota no meu GPS e o Pedro outra.   Logo na saída, encontramos uma rua bloqueada e tivemos que fazer um desvio. Eu estava olhando no meu GPS e não percebi que o Pedro e Oca tinham parado para procurar outro caminho. Quando percebi estava sozinho, mas a minha rota estava certa e a do Pedro errada. Esperei um bom tempo e nada deles. Achei que já tinham começado a subida e então resolvi subir. Na realidade eles pegaram a estrada errada e fizeram um bom trecho até entrar no começo da subida do Hautacam. Ou seja, subi sozinho.

Apesar da subida não ser tão longa, ela é bem dura. Tem dois trechos de cerca de 2km cada onde a inclinação não baixa dos 11%. Sem refresco! Alí o negócio é engatar a 34×32 e tentar manter a cadência na casa dos 70, o que não é fácil.

Ciclistas e mais ciclistas

Uma coisa que me chamou a atenção foi a quantidade de ciclistas subindo a montanha.  Cada um no seu ritmo, mas todos com o mesmo objetivo. No alto da montanha era fácil de ver o pessoal reunido para a fotos. Como fiquei um tempão esperando meus colegas perdidos, deu tempo de escutar as piadas do pessoal. A lingua muda, mas a zoação é a mesma.

Grupão de amigos

Se você tiver sorte e paciência, poderá observar as águias que aparecem no alto do Hautacam. Foi o meu caso. Enquanto esperava o Pedro e Oca deu para comtemplar duas aguias sobrevoando as montanhas verdejantes dos Pirineus.

As famosas águias do Hautacam

E foi assim que acabamos nosso Tour nos Pirineus. Uma montanha dura, belissima, cheia de ciclistas, temperatura agradável e a certeza de que tem muita coisa a ser explorada nessa região espetacular da França.

Allez les Bleus!!

  • Resumo: 39km com 1240 de elevação
  • Relive