Strava Festive 500 (2018)

CURITIBA (done!) Ano par e novamente tivemos tempo bom na última semana do ano. Esse ano resolvi fazer os 500km em menos dias, ou seja, pedais mais longos (com no mínimo 100km). Desta forma, fechei os 500km em quatro dias (24, 26, 28 e 29 de dezembro). Segue o registro.

  • Dia 1: Campina Grande do Sul
  • Data: 24/12/17
  • 111km, 1072m de subidas acumuladas
  • Luiz, Felipe, Elcio e Eliseu
  • Percurso: Strava, Relive

Segunda-feira véspera de natal fizemos um pedal tranquilo na ida e bem puxado na volta. Tivemos várias paradas forçadas para consertar alguns furos. Na ida o Elcio passou num buraco e furou os dois pneus. Passamos por uma estradinha bem bacana em  Campina Grande do Sul que eu não conhecia. Dali pra frente os irmãos Elcio e Eliseu começaram a forçar o ritmo e voltamos torcendo o cabo. Bom pedal pra iniciar o Festive500 de 2018.

  • Dia 2: Volta do Norte (Dona Francisca, Corupa e Rodovia do Arroz)
  • Data: 26/12/17
  • 170km, 2448 de subidas acumuladas
  • Luiz, Felipe, Arce, Fabricio
  • Percurso: Strava, Relive

Felipe lançou a ideia da volta da norte pois tinha um pessoal que ia sair de São Bento do Sul (SBS) bem cedo para finalizar subindo a serra de Corupá. Decidimos fazer o percurso ao contrário para subir a serra logo no começo, com o clima mais favorável. A ideia deu certo. Começamos a subir a serra da Dona Francisca com uma temperatura bem agradável. A alta umidade, porém, me fez suar muito. Aí quase congelei lá em cima pois tivemos que esperar o Fabricio que tinha furado o pneu e andou quebrando umas espátulas durante a troca. O trecho entre o fim da serra até SBS, pouco mais de 30km, é um sobe e desce que parece não ter fim. A estrada tem poucos trechos de acostamento e um monte de motoristas acéfalos. Não recomendo esse trecho e certamente não volto a pedalar lá.

Fizemos uma parada rápida num posto em SBS para pegar água e na saída da cidade uma imbecil atravessou o carro na frente do Fabricio. Era no fim de uma descida forte e ele conseguiu frear bastante, mas mesmo assim acabou colidindo com o carro. Nada grave. Além do susto,  uma fita de guidão rasgada e um arranhão no câmbio traseiro.

Descendo a serra de Corupá já era possivel sentir o aumento da temperatura. Saímos de SBS com 24C, chegamos em Corupá com 32C e em Jaraguá o GPS mostrava 38C. O trecho da BR280 entre Corupá e Jaragua do Sul é terrível para ciclistas. Não tem acostamento e a quantidade motoristas acéfalos é ainda maior. Em Jaraguá do Sul parece que os caras tem prazer em fechar os ciclistas. Simplesmente lamentável.

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O braço direito ainda não dá pra levantar desse jeito!

Saindo da BR280 pegamos a Rodovia do Arroz, a qual tem bem menos movimento e consequentemente, bem mais agradável pra pedalar. O céu deu uma nublada e a temperatura voltou para os 32C. O Felipe engatou uma sexta marcha e nos puxou num ritmo forte acima dos 34 km/h, o que aumentou nossa média nos 170km, com mais de 2400m de altimetria, pra quase 29km/h.

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  • Dia 3: Caiobá – Ida
  • Data: 28/12/17
  • 125km, 437 de subidas acumuladas
  • Luiz, Felipe, Arce, Tiago, Laurindo
  • Percurso: Strava, Relive

Depois de um dia de descanso, descemos para o litoral paranaense. Apesar da distância, um pedal regenerativo. A estrada estava um pouco movimentada pois grande parte dos Curitibanos já estava a caminho do litoral para o último dia do ano. Nada que atrapalhasse nosso pedal. No SAU de Alexandra encontramos o Laurindo que nos acompanhou até Matinhos. Quem deu uma esticada no pedal foi o Arce que não ganhou alvará da mulher e teve que voltar pra casa sozinho.

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Acabei o pedal na beira da piscina com uma cerveja bem gelada, afinal de contas, a temperatura já estava na casa dos 30C.

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  • Dia 4: Caiobá – Volta
  • Data: 29/12/17
  • 118km, 1402 de subidas acumuladas
  • Luiz, Valter, Lyra, Renato
  • Percurso: Strava, Relive

Como tudo que desce tem que subir, no sábado saí sozinho de Caiobá por  volta de 6am para não sofrer muito com o calor. Minhas pernas estavam meio pesadas dos pedais acumulados e até o começo da serra sofri um pouco com um vento contra. Foi difícil manter uma média de 30km/h. Parei no Bela Vista para descansar um pouco e repor as energias. Renasci das cinzas e até achei forças para caçar os poucos ciclistas “mortos” que subiam a serra. No SAU do pedágio encontrei o Valter, Lyra e Renato. Voltamos tranquilamente até o posto, onde celebrei o fim do meu Festive500 com uma merecida cerveja!

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Fato que merece uma nota. Nenhum furo em mais de 500km. Que 2019 seja assim. Feliz ano novo!!

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New Toy

CURITIBA (lefty) Há quase quatro anos atrás migrei do aro 26 para 29 na MTB. Na época decidi por uma bike “all mountain”, a Stumpjumper FSR da Specialized. Confesso que andei menos do que gostaria com a Stumpy muito em função da speed. A razão é simples, os treinos de speed são muito mais rápidos e práticos. Mas gosto de andar de MTB.

Como esse ano não estou levando minha filha pra escola, consegui voltar a pedalar com o grupo do Paulo, meu colega da UFPR, que sai bem cedo pra explorar a região de Campo Magro. A Stumpy é uma ótima bike, desce como um foguete, mas não ajuda muito nas subidas. Além do mais é uma bike pesada com quadro de alumínio e suspensão com curso mais longo. E finalmente, teve um grande crash.

Então resolvi que era hora de voltar para uma bike XC, como era minha Giant Anthem aro 26. Depois de alguma pesquisa acabei decidindo pela Cannondale Scalpel-SI. Na figura abaixo da pra notar bem a diferença de geometria das duas bikes.

As duas são aro 29 e full supension, mas as similaridades acabam por aí. A Scalpel tem quadro de carbono e é cerca de 3kg mais leve que a Stumpy e alumínio. O grupo também evoluiu, de um SRAM 2X10V todo misturado (X7 e X9 e freios Avid) para um Shimano XT 2X11 (36X26 e 11X42). Finalmente me livrei dos freios Avid com dot. A suspensão dianteira é a famosa, para alguns, esquisita, Lefty. Ela vem com uma trava hidráulica da RockShox.

Fiz somente um pedal com ela num trajeto que incluiu um pouco de asfalto, estradas de cascalho e diversas trilhas. A bike é muito boa de subida. A relação 2X11 funciona muito bem pra mim. Na descida, porém, ela é mais arisca. Ainda tenho que me acostumar com isso, mas depois do tombo ando meio cauteloso.

No single-track é espetacular. Muito ágil e boa de pedalar. A suspensão, conforme anunciada, funciona muito bem e é bastante rígida. Quando travada parece um garfo rígido. Talvez um canote retrátil para o selim deixasse a bike completa.

 

A Conferência

VOLOS (done!) Essa é a primeira vez que participo do ICTAI (International Conference on Tools with Artificial Intelligence), a qual está em sua 30a. edição.  A organização escolheu a cidade de Volos, localizada a cerca de 400km ao norte de Atenas. Volos é uma cidade turística banhada pelo mar Egeu. A orla é recheada de bares e restaurantes. Uma grande marina tomada por veleiros dá um certo charme ao local.

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Trabalhos finalizados

Como pano de fundo, temos o monte Pelion (1624m), o qual oferece uma infinidade de alternativas para esportes Outdoor.

A conferência foi relativamente bem organizada.  Falharam em proporcionar uma rede Wi-Fi descente e seguir o programa proposto. Várias seções tiveram atrasos consideráveis e também vários no-show. É muito chato quando você está na conferência com a expectativa de ver um trabalho e não aparece ninguém para apresentar.

Nesse ano tivemos cinco trabalhos aceitos sendo que um deles, Fusion of Classifiers based on Centrality Measures, foi premiado com o Best Student Paper Award. 

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Best Student Paper Award

O prêmio foi apresentado no jantar da conferência, o qual aconteceu num restaurante no monte Pelion. O jantar estava muito bom e pudemos comemorar o prêmio com muito vinho Grego. 

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Volos a partir do Monte Pelion

Atenas

Atenas (packing) Cheguei em Atenas por volta de 1:30am vindo de Frankfurt.  Como nesse horário não tinha nenhum transporte público disponível, tratei de arrumar um transfer para meu Airbnb. Um grego com cara de poucos amigos estava me esperando no aeroporto com uma plaquinha com meu nome. 

Cara esquisito, pensei. No meio do caminho ele perguntou se eu era Alemão, pois estava vindo de Frankfurt. Não, sou Brasileiro. Apenas fiz uma conexão na Alemanha, respondi. Aí o comportamento dele mudou da água pro vinho. Estendeu a mão para me cumprimentar e não parou mais de falar. Você tem que experimentar isso e aquilo, beber ouso (a cachaça deles), visitar o museu tal, etc, etc. Uma figura o Grego, que segundo ele, tem o sonho de visitar o Brasil. 

No dia seguinte fui bater perna em Atenas. O objetivo principal, claro, era conhecer a Acrópole e o restante das ruínas por perto. O caminho entre o apartamento e o pé do morro onde fica a Acrópole tinha cerca de 3km.  

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Basta andar algumas quadras para notar que a Grécia é muito mais parecida com o Brasil do que com a Europa. Esses três quilômetros são dominados por comércio ambulante e lojinhas de tudo que você possa imaginar. O trânsito é uma zona e assim como no Brasil a prioridade é dos caros. As pessoas são amáveis e dá pra se virar muito bem falando inglês.  

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Na Grécia, come-se bem e barato (comparado com o resto da Europa). A culinária deles é muito variada e farta em legumes. Um espetáculo. Já a oferta de vinhos e cerveja no supermercado deixa um pouco a desejar (também comparando com outros países da Europa)

Achei bem seguro caminhar pelas ruas da Grécia. Fui alertado pelos locais somente para ter cuidados com os batedores de carteira na zonas mais turísticas. Mas como disse o Grego do transfer, you are a Brazilian, you should be fine. 

Voltando aos pontos turísticos, pra quem estuda arquitetura acredito que a Acrópole, Parternon e cercanias sejam um prato cheio. A quantidade de turistas também impressiona. Afinal de contas, esse é o cartão postal de Atenas. 

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A região no pé do morro, conhecida como Plaka, é tomada por lojinhas de souvenirs e restaurantes. A famosa “Tourist trap”. Se você gosta desse tipo de coisa,  estará no paraíso, senão, no inferno. Nessa região, basta parar um pouco que alguém aparece para te oferecer perfume ou maconha.  Tudo produto de procedência 🙂  

Enfim, nesses dois dias e meio de Atenas deu pra conhecer um pouquinho da cidade e do povo Grego. Me disseram que as praias e ilhas gregas são fenomenais, mas terão que esperar um pouco. Próxima  parada será em Volos. 

Crash

CURITIBA (still hurts) Dia 25/9/18, saí as 6:30h para fazer um pedal de MTB com o grupo do Paulo (meu colega do departamento de Estatística da UFPR) pela região de Almirante Tamandaré e Campo Magro, pista de treino deles. Paulo conhece a região como ninguém e sempre que vou com eles acabo conhecendo uma trilha nova. Nesse dia não foi diferente, passamos por algums caminhos bem legais que eu não conhecia.

Tudo estava perfeito. Percurso legal, grupo bom pedalando forte, temperatura ideal, tempo bom, etc… Já no caminho de volta, numa estrada que já passei centenas de vezes, o grupo resolveu acelerar. Estava bonito de ver o pelote de uns 8 ou 9 ciclistas andando a mais de 40km/h no planão de Campo Magro. De repente, um ciclista tocou no guidão do Paulo e ele, talvez pela velocidade pois é um ciclista com muita experiência, foi pro chão. Eu vinha logo atrás e não consegui frear. Bati com a roda dianteira nas costelas dele e decolei. O pouso não foi dos mais suaves. Abaixo os dados gravados no GPS nos últimos 300m. O último dado de velocidade disponível marcava 52.2km, ou seja, estávamos rapidinhos.

Tentei me levantar mas não consegui. Não dava para movimentar meu braço. Na mesma hora pensei: será que o Chileno devolve o dinheiro da bike que eu já reservei e paguei? Eu tinha duas viagens de trabalho, as quais eu já tinha conseguido encaixar uns dias para pedalar. No Chile a ideia era subir o Vale Nevado. Vai ter que ficar para a próxima, pensei.

No pouso forçado cai em cima do ombro e foi nessa posição que ele foi parar. Além da luxação, uma pequena fratura para arrematar.

Um pouco fora do lugar

Graças a agilidade e camaradagem de todos do grupo, logo nosso socorro (Silva, esposa do Paulo) chegou. Ah, era aniversário do Paulo! Pelo menos foi poupado da bronca…

A ida para o hospital foi dolorosa. Fomos diretamente para a Clinica de Fraturas em Curitiba, mas descobri que não aceitavam meu seguro saúde do Bradesco. Tentei pagar a consulta pois estava segurando meu braço, literalmente. Por incrivel que pareça, só recebem em cheque e dinheiro. Nada de cartão de crédito.

Então decidimos ir para o Hospital Marcelino Champagnat. Lá aceitam Bradesco. Vale a pena mencionar que fomos muito bem atendidos. Logo que chegamos, os dois completamente ralados e com as lycras rasgadas, fomos levados diretamente para a emergência.

Descobri que tirar o ombro do lugar não doi. O que doi é colocar no lugar. Um segura de um lado enquanto outro puxa o braço deslocado com toda a força até você escutar um barulho assustador. Pronto! A dor, pelo memos pra mim, era insuportável. Comovido com o meu sofrimento o médico me deu uma dose de morfina. Aí fiquei bom!

No lugar

Passadas três semanas, ainda estou com o braço imobilizado (usando uma tipóia). Porém já consigo fazer algums movimentos bem curtos. Acho que já dá pra tentar o rolo, pensei. Você pode imaginar a cara feia da patroa. Bem, o tédio de três semanas de molho me encheu de coragem e lá fui eu.

Apoiar o peso somente não mão esquerda é foda. Como meu movimento ainda está bem limitado, não consigo alcançar o câmbio da speed. Fazendo força até dá, mas o sofrimento é grande e não quero abusar muito, pois em teoria tenho que ficar com o braço imobilizado até dia 22/10. O que conforta é que está chovendo pra cacete desde a minha queda!

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Dr. Fábio

CURITIBA (+1) Sexta-feira passada, dia 10/8/18 aconteceu a defesa de doutorado do meu aluno, Fabio Spanhol. Sua tese, Automatic Breast Cancer Classification From Histopathological Images: A Hybrid Approach, foi avaliada pela seguinte banca:

  • Prof. Dr. Alceu Souza Britto Jr (PUCPR)
  • Dr. Paulo Cavalin (IBM Research)
  • Prof. Dr. Lucas Ferrari (UFPR)
  • Prof. Dr. David Menotti (UFPR)
  • Prof. Dr. Luiz Eduardo S. Oliveira (UFPR)

O trabalho foi bastante elogiado pela banca, não somente pelas contribuições científicas mas também pelas contribuições sociais, especialmente pela base de dados construida durante o doutorado, a qual está disponível para toda a comunidade científica

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Hautacam

CURITIBA (day 6) Para fechar a viagem deixamos uma montanha perto de Argelès-Gazost uma vez que deveríamos nos deslocar até lá para devolver as bikes na Velo-Peloton. Desta forma, escolhemos o Hautacam, uma estação de ski localizada a 1520m de altitude. Saindo de Argelès, o ganho de elevação é de cerca de 1200m em pouco mais de 13km.

Pela primeira vez nessa viagem nos perdemos na saída. Eu tinha uma rota no meu GPS e o Pedro outra.   Logo na saída, encontramos uma rua bloqueada e tivemos que fazer um desvio. Eu estava olhando no meu GPS e não percebi que o Pedro e Oca tinham parado para procurar outro caminho. Quando percebi estava sozinho, mas a minha rota estava certa e a do Pedro errada. Esperei um bom tempo e nada deles. Achei que já tinham começado a subida e então resolvi subir. Na realidade eles pegaram a estrada errada e fizeram um bom trecho até entrar no começo da subida do Hautacam. Ou seja, subi sozinho.

Apesar da subida não ser tão longa, ela é bem dura. Tem dois trechos de cerca de 2km cada onde a inclinação não baixa dos 11%. Sem refresco! Alí o negócio é engatar a 34×32 e tentar manter a cadência na casa dos 70, o que não é fácil.

Ciclistas e mais ciclistas

Uma coisa que me chamou a atenção foi a quantidade de ciclistas subindo a montanha.  Cada um no seu ritmo, mas todos com o mesmo objetivo. No alto da montanha era fácil de ver o pessoal reunido para a fotos. Como fiquei um tempão esperando meus colegas perdidos, deu tempo de escutar as piadas do pessoal. A lingua muda, mas a zoação é a mesma.

Grupão de amigos

Se você tiver sorte e paciência, poderá observar as águias que aparecem no alto do Hautacam. Foi o meu caso. Enquanto esperava o Pedro e Oca deu para comtemplar duas aguias sobrevoando as montanhas verdejantes dos Pirineus.

As famosas águias do Hautacam

E foi assim que acabamos nosso Tour nos Pirineus. Uma montanha dura, belissima, cheia de ciclistas, temperatura agradável e a certeza de que tem muita coisa a ser explorada nessa região espetacular da França.

Allez les Bleus!!

  • Resumo: 39km com 1240 de elevação
  • Relive