New Toy

CURITIBA (gray) Todo ciclista que se preze conhece as regras, ou melhor “The Rules“. De acordo com a Regra #12, o número mínimo de bikes que um ciclista deve ter é 3. O número correto é n+1, em que n é o número de bikes que você tem atualmente. Bem eu estava abaixo do número correto pois tinha uma Mountain Bike e uma Speed. Para não virar mais um ano com o número errado de bikes, resolvi comprar uma Gravel.

Decisão tomada, parti para a pesquisa. Você não precisa de muito esforço para encontrar um monte de opções. Todas as marcas já tem seu modelo gravel disponível no mercado e os sites especializados em ciclismo geralmente fazem alguns reviews bem interessantes dos novos modelos, como por exemplo, os dois abaixo da Cycling Weekly e Bike Radar.

 

 

No inicio minha lista estava com uma dúzia de bikes. Então comecei cortar algumas levando em consideração meu primeiro critério: preço. Depois selecionei as bikes que ofereciam relação de 2×11. Na minha concepção, uma Gravel está mais próxima de uma Road do que de uma MTB. Desta forma, acho uma relação 2×11 mais apropriada. No fim das contas fiquei com os seguintes modelos na minha lista, não necessariamente nessa ordem: Canyon Grail, Cannondale TopStone, GT Grade, Specialized Diverge, Trek Checkpoint, Niner RLT.

Com uma lista mais enxuta, tentei conhecer um pouco mais, e até comprar, um desses modelos nas bikes shops de Curitiba, como Specialized, Cannondale e Trek. Pura frustração. A vendedora da BikeTech (Trek) queria me mostrar a bike na Internet. No comments. As lojas da Specialized não tinham a Diverge. Uma tentou me convencer que a Crux, modelo que eles tinham, era melhor do que a Diverge. Pode até ser, mas eu queria conhecer a Diverge. A Cannondale não tinha a TopStone e o vendedor não tinha ideia quando eles teriam a bike pra vender.

O negócio é trazer de fora, pensei. Para ser sincero não estava muito a fim de me incomodar novamente com o transporte de uma bike na viagem de férias. É sempre um transtorno. Caixas grandes e aeroportos não combinam. Quando eu já estava convencido que essa seria a solução, o André me lembrou da BikePoint em Santa Catarina. Diferentemente da lojas Curitibanas, os Catarinas não perdem tempo. Eles tinham dois modelos da minha lista, a Cannondale Topstone e a GT Grade.

E o mais interessante é que as bikes Cannondale e GT estão com uns preços competitivos. Por competitivo, quero dizer que está mais barato comprar aqui do que trazer de fora pagando o imposto (50% sobre o que excede US$ 500). O Grupo Dorel (proprietário das marcas Caloi, Cannondale, GT, Schwinn, entre outras ) parece estar tirando proveito de algum beneficio fiscal da Zona Franca de Manaus para conseguir isso.  Resumo do ópera, comprei a GT Grade  e recebi a bike dentro do prazo estipulado (30 dias corridos no meu caso).

A bike vem com um grupo Shimano 105 de 22v com pedivela 46X30, cassete 11X34 e freios hidráulicos. As rodas são as WTB ST i23 e os pneus WTB Riddler 37mm. O guidão tem 16 graus de abertura.

Até agora consegui fazer três pedais com ela pelas estradas que costumo andar de MTB. O mais longo, do video abaixo, eu diria que foi o teste perfeito. O percurso tem asfalto, concreto, barro, paralelepípedo, estradão de terra batida, curvas com pedras soltas e muita subida. (strava).

As primeiras impressões foram excelentes. A relação compacta foi mais que suficiente e não precisei usar as marchas mais leves em nenhum momento. A bike sobe muito melhor que a MTB. No plano é diversão pura. Já nas descidas… Bem, o guidão flare ajuda bastante na estabilidade, mas não dá para comparar com uma full suspension.

Os pneus 37 dão conta do recado, mas parece ser consenso que pneus com Tubeless são mais eficientes por permitirem rodar com pressão mais baixa sem o risco de furar com qualquer impacto mais forte. Por enquanto estou rodando com 40psi, mas devo colocar Tubeless pois tanto o pneu quanto a roda são Tubeless Ready. Pneus 40mm também estão no radar.

Talvez um outro upgrade seria um pedivela 48×31, do novo grupo GRX da Shimano. No asfalto falta marcha com o 46X11. Veremos,

Val Thorens

ORLY (dia 5) Pernas cansadas mas ainda restava um restinho de força. Eu ainda tinha duas rotas na manga, uma mais curta saindo de Saint-Michel-de-Maurienne, a cidade que deveríamos devolver as bikes e a outra era a subida de Val Thorens, a última subida do TDF 2019, que tem 36km e leva à famosa e mais alta estação de ski da Europa, Val Thorens (2365m).

Screen Shot 2019-07-20 at 18.05.05.png

No último dia o Oca resolveu não pedalar pois queira ver uma loja numa outra estação de ski na região de Courchevel, perto de Val Thorens, então decidimos, Eduardo e eu, esgotar nossas pernas na longa subida.

Screen Shot 2019-07-20 at 18.02.20.png

Engatamos um ritmo confortável no limite das pernas e fomos dosando nossas forças. A subida é longa, com um gradiente médio de 5%, mas no final do percurso (do km 29 ao 34) o gradiente fica perto dos 10% e dá uma aliviada no final somente.

20190712_093040.jpg

20190712_121504.jpg

Fomos administrando as forças e tirando proveito dos dois vales que estão no meio do caminho. Se bem que na volta eu preferia que esses vales não existissem. Outra coisa que chama atenção é a decoração para o Tour. O pessoal está caprichando. Imagina se o Alaphilippe ou o Pinot chegarem com chances nessa última etapa. A torcida vai surtar nessa estrada!

20190712_104132.jpg

20190712_102922.jpg

Quando chegamos na estação de ski, descobrimos que o percurso do TDF não acaba ali. Os organizadores adicionaram uma trecho de mais de 1,5km com uma rampa de uns 12% de inclinação. Quando passamos ali o pessoal ainda estava trabalhando no asfalto. Dá pra dizer a que chegada dessa etapa deve ser animada, isso se o Tour já não estiver definido.

IMG_0009.jpg

Col de l’Iseran

ORLY (dia 4) Outro dia com previsão de tempo bom. Mesmo meio cansados resolvemos fazer o Col de l’Iseran, o Col mais alto da Europa com 2770m. Vai que o tempo muda e pegamos um dia ruim amanhã! Em 2017 quase congelei no Galibier (2642m) quando resolvemos subir num dia meio nublado.

Pesquisando um pouco sobre a rota do Iseran, o Col Collective sugere sair de Val d’Isere (1800m). Já os puristas dizem que se deve sair de Bourg St Maurice (800m). O problema é que a estrada de Bourg St Maurice é bem movimentada. Então decidimos sair do meio do caminho, em Saint Foy Tarantaise (1000m). A estrada é legal mas ainda bastante movimentada até chegar a Val d’Isére. Nesse trecho ainda é necessário cruzar uns cinco túneis, alguns com iluminação bem precária.  

Um desses túneis passa ao lado do Lac du Chevril, mais uma das muitas represas construídas nos Alpes para a geração de energia. Nesse ponto tem um estrada, que passa no muro da represa e que leva a Tignes. Até cogitei adicionar esse trecho no percurso, mas a prudência falou mais alto, felizmente. Fica para a próxima.

IMG_0450.jpg

Chegando em Val d’Isére (1850m), vale a pena abastecer as caramanholas pois é o último ponte de água. A cidadezinha, que vive do turismo de inverno, cheira a riqueza!

IMG_0453.jpg

Durante nossa subida tivemos a oportunidade de ver a equipe belga de ciclismo sub-23 treinando. Os guris passaram pela gente duas vezes. Antes da represa, e perto do cume. Eles fizeram o trecho que eu mencionei anteriormente. Conhecemos a real passada belga. Impressionate!

IMG_0434.jpg

Apesar da onda de calor na Europa, ainda pegamos alguns trechos com uma boa quantidade de neve.

IMG_0462.jpg

IMG_0464.jpg

Lá em cima um vento bem gelado que dava uma sensação de bastante frio. Apesar do vento, fomos abençoados com um dia de céu aberto para apreciar a imponência dos Alpes franceses.

IMG_0467.jpg

Cormet de Roselend via Col du Pré

ORLY (dia 3) Quarta-feira tinha previsão de céu aberto sem nuvens. Resolvemos então fazer o trajeto sugerido pelo Col Collective que passa pelo Col du Pré (1748m), represa de Roselend e acaba no Cormet de Roselend (1698m). Cormet é o nome da montanha, por isso Cormet de Roselend e não Col de Roselend, foi o que o vendedor de queijo e salame que encontrei lá em cima me disse. O Col du Pré foi fez parte da etapa 11 do TDF do ano passado e o Cormet de Roselend faz parte da penúltima etapa desse ano.

Screen Shot 2019-07-20 at 13.22.46.png

Escolhemos fazer esse trajeto num dia ensolarado para apreciar a beleza da estrada, principalmente o trajeto entre o Col du Pré e o Col du Méraillet (1605m), o qual está as margens da represa azul turquesa de Roselend. Certamente está entre as estradas mais bonitas que eu já pedalei.

Chegando em Beauford parecia que estávamos em Curitiba. Uma neblina forte pairava na montanha e não dava para ver nada direito. Estamos aqui, vamos subir. Começamos a subida do Col du Pré, certamente a mais difícil da viagem. É a famosa curta e grossa. Cerca de 11km para subir 1000m. Ou seja, perto de 10% de inclinação quase o tempo todo. E nada da neblina dar uma trégua. 

IMG_0367.jpg

No Col du Pré encontramos dois Franceses da região de Grenoble. Em uma hora vai estar tudo aberto, disse um deles. Aqui é assim. Não deu outra. Em pouco menos de 30 minutos foi como se tivéssemos tirado as vendas dos nossos olhos. Aquele lago de água azul-turquesa cercado pelos Alpes apareceu. 

IMG_0378.jpg

IMG_0404.jpg

Fiz o trecho da represa curtindo cada giro do pedivela. O trecho entre o Col du Méraillet e o Cormet de Roselend estava tomado por ciclistas. Certamente porque faz parte de uma etapa do Tour desse ano, mas principalmente porque faz parte do L’Etape du Tour que acontece no dia 21/7, a etapa para ciclistas amadores que esses ano sai de Albertville e vai até Val Thorens passando pelo Cormet de Roselend. 

Com a estrada cheia de ciclistas você acaba se empolgando. Passa um, passa outro e você logo esquece que tem mais algumas montanhas pela frente. Foi o que aconteceu comigo. Quando vi estava batendo guidão com um francês. Lá em cima tiramos foto na placa e o cara ficou surpreso de saber que no Brasil tem ciclista. Ele conhecia o Avancini pelo menos. Foi divertido, mas o preço viria mais tarde.

IMG_0394.jpg

Voltamos pela estrada que liga o Col du Méraillet à Beaufort, que é o lado da montanha que será escalado no TDF desse ano. É um subida mais longa, mas bem mais suave do que o Col du Pré.

IMG_0411.jpg

Para não perder o hábito, acabamos o pedal com uma cerveja na charmosa Beaufort, que é muito famosa pelo seu queijo. 

IMG_0416.jpg

  • Resumo: 49km com 1420m de subidas acumuladas. Mas com o trecho mais duro de subida da viagem (Col du Pré)
  • Relive
  • Strava

Col de la Madeleine

ORLY (dia 2) No segundo dia escolhemos subir o famoso Col de la Madaleine (escalado 26 vezes no TDF) pelo lado norte, saindo de Feisson-sur-Isère, a qual fica apenas a 20min de carro de Albertville. Daria para ir pedalando, mas depois da subida, você certamente não se arrependerá de ter deixado o carro no pé da montanha. Na realidade o melhor lugar para deixar o carro é na estação de trem de Notre-Dame-de-Briançon. Ali tem um estacionamento e também um bom restaurante para o almoço na volta.

IMG_0279.jpg

No começo da montanha pegamos uns pingos de chuva, mas logo depois o tempo abriu e o sol apareceu com força. Saindo da estação de trem, a subida tem cerca de 25km e 1550m de subida acumuladas. O cume está a 2000m. Assim como no Col du Glandon, essa estrada tem um platô de 2km para recuperar as energias para a segunda metade.

IMG_0283.jpg

Como de costume, nessa época do ano tem bastante gente pedalando nessas estradas. Estávamos eu e o Eduardo subindo num ritmo confortável, quando passou um “chassi de grilo” num ritmo bem mais forte. Olhamos um para o outro e nem pensamos em tentar acompanha-lo. Perto do fim da subida, eis que a namorada dele nos alcançou. Ficamos sabendo que era a namorada dele somente lá em cima. A menina, que também tinha perfil de escaladora ficou um bom tempo na nossa roda, e quando resolveu atacar, morreu a coitada.

Falar que a estrada é bonita é desnecessário.  Esse percurso lembra um pouco os Pirineus pois tem muito verde e um monte de quedas d’agua. Um bom pedal para colocar as ideias em dia.

IMG_0295.jpg

Lá em cima tem um restaurante onde você pode matar a cede com uma cerveja bem gelada.

IMG_0314.jpg

E no fim paramos no restaurante da estação para almoçar acompanhando a etapa do TDF 2019.

IMG_2272.jpg

  • Resumo: 50km com 1550m de subidas acumuladas.
  • Relive
  • Strava

Col du Glandon, Croix de Fer e Mollard

BUDAPEST (dia 1) Aproveitando que a VeloMinute fica perto de Saint-Étienne-de-Cuines, vilarejo que começa a subida do Col du Glandon pelo lado norte, resolvemos fazer o loop que eu tinha planejado em 2017, mas que por diversos motivos não conseguimos fazer. Subimos a estrada que leva ao Col du Glandon e seguimos até o Col de la Croix de Fer. Esses dois,  visitamos em 2017 mas subindo pelo lado sul, saindo da represa de Allemond. Além da rota diferente, esse ano pegamos um dia lindo e pudemos contemplar a beleza do local e curtir o boteco do Croix de Fer tomando um solzinho.

Screen Shot 2019-07-20 at 11.14.26.png

Para chegar ao Glandon são 23km e cerca de 1450m de subidas acumuladas. Bom para lembrar as pernas do que tem pela frente. No meio do caminho, perto do vilarejo Saint-Colomban-des-Villards, tem um platô de cerca de 1km e depois a coisa empina novamente. Os dois últimos quilômetros tem gradiente acima dos 10% e a estradinha fica cada vez mais estreita.

Screen Shot 2019-07-20 at 10.56.38.png

IMG_0094.jpg

Descemos pela famosa estrada do Col de la Croix de Fer mas no meio da descida pegamos a rota do Col do Mollard. Essa eu descobri esse ano analisando os mapas que peguei na loja de bike. Eles classificam esse Col como “secreto”. Meio parecido com o Hourquette d’Anquizan nos Pirineus, o qual descobrimos conversando com o pessoal de uma bikeshop.

IMG_0245.jpg

No fim das contas fizemos um pedal de cerca de 70km com mais de 2000m de subidas acumuladas. E tudo acabou com uma merecida cerveja me plena segunda-feira num bar em Saint-Etienne-des-Cuines. Priceless!

IMG_0255.jpg

Bike Trip V3

BUDAPEST (going home) Ultimamente ando meio sem paciência para algumas coisas, uma delas é escrever nesse blog. Mas sei que se não fizer isso agora vou me arrepender, pois sempre gosto de relembrar alguns detalhes das viagens passadas para tentar não cometer os mesmos erros.

Apenas para contextualizar, essa é a nossa terceira viagem para pedalar. Novamente viemos em três pessoas. Nesse ano, eu, Oca e Eduardo. Para mim e para o Oca é o terceiro ano em seguida, ou seja, está se tornando tradição na família. 

Seguem algumas notas com relação aos preparativos:

Viagem: Compramos as passagens na Azul. O preço estava competitivo e eu acho que das companhias nacionais é a melhorzinha. O problema foi que a Azul está operando esse voo em codeshare com a Aglia Azur, uma low-cost francesa que deve ter a frota mais antiga do planeta. Três dias antes da viagem, recebi um email dizendo que meu voo de volta tinha sido cancelado e que eu teria que voltar cinco dias depois. Depois de dezenas de ligações e um stress desnecessário, conseguiram me colocar num voo da TAP. Depois do voo Campinas-Paris, quase liguei para agradecer o cancelamento do meu voo de volta. Pior voo em anos! 

Ainda sobre a viagem, discutimos bastante, eu e o Oca, sobre pegar o carro em Paris ou Lyon. Acabamos pegando em Paris. Acho que o melhor seria ter pego o carro em Lyon e ter feito o trajeto Paris-Lyon de trem. No momento do planejamento não levamos em conta o custo do pedágio das rodovias francesas. Tinha esquecido disso.

Casa: Reservamos novamente um casa via AirBnb, localizada em Grignon, redondezas de Albertville. Casa muito boa, mas como das outras vezes, apenas um banheiro. Eu diria que foi a melhor casa que ficamos até agora.

IMG_0277.jpg

Em termos de localização, a casa do ano passado em Bagnéres-de-Bigorre era melhor pois para alguns percurso era possível para sair pedalando de casa. Em Albertville isso já não era viável. Possível sim, mas não muito viável.

Carro: O Oca reservou uma StationWagon, mas para variar nos deram outra coisa, um Ford CMax. Deu certo, felizmente. Ao invés de pegar um carro maior ou uma van, alugamos um Transbike na mesma loja que pegamos as bicicletas. Desta forma, transportávamos uma bike dentro do carro e duas no Transbike. Para três pessoas, acho que é uma boa solução. A parte mais chata era ficar colocando  e tirando o TransBike a cada pedal. Mas certamente é melhor do que ficar circulando com uma van nas ruas estreitas da Europa.

IMG_0257.jpg

Rotas: Para esse ano eu planejei algumas alternativas de rotas para escolhermos em função do clima e das pernas. Tem sempre aquelas etapas rainhas e nesse ano era o Col de L’Iseran, o passo mais alto da Europa e o Cormet de Roselend, em função da bela estrada do Col du Pré e represa de Roselend. No fim fizemos cinco dias de pedal e fomos abençoados com dias ensolarados e temperaturas não tão altas. Para mais detalhes, veja os próximos posts (em breve)

Bike: Reservamos as bikes no site rentmybike.fr e pegamos na loja VeloMinute que fica em Saint-Michel-de-Maurienne, nos pés do Col du Telegraph. Pegamos novamente a Lapierre, mas um modelo um pouco mais pesado do que aquela do ano passado. Essa também é um modelo Endurance, relação compacta (50×34, 11×32), mas equipada com um câmbio 105. Bike novinha e um serviço bem descomplicado.  Em poucos minutos estávamos com as bicicletas e o Transbike no carro. Pagamos o mesmo preço de sempre, EUR 200 pela semana. O Eduardo preferiu levar a bike dele de Berlin.

IMG_0462.jpg

Finalmente, esse ano foi o ano que treinei menos para a viagem. Em função do clima, viagem e fratura perdi várias semanas de treino. Consegui fazer tudo o que planejamos, mas o último dia foi sofrido, bem sofrido.

IMG_0196.jpg